Entre os peitos, por fora, o vestido dela cheira a coxinha. Não cheira, não!, ela contesta, toda putinha. Se ouriça, galo de briga. Deitada no chão, levanta a cabeça pra rebater a calúnia na cara da outra, mas se larga e se espalha em seguida porque o álcool da festa pesa mais que seu corpo. É um prosecco muuuito bom, viu? Da sua boca preguiçosa saem palavras numa mono-sentença: eunumtônãoeunumtôbêbadanão, e seus olhos fechados enxergam a embriaguez por dentro. Pra ter razão, ela tira o vestido ainda deitada, joga-o longe e oferece os peitos ao nariz da outra. Ela, apontando o próprio tórax: e agora, tem coxinha aqui, tem? A outra: tem não, só tem peito. Posso? Ela: pode o quê?, e a outra: lamber. De repente ela se ergue do chão. Em pé, maior e bélica, esconde os seios com os cabelos e alveja: Não! Só porque você disse que tão cheirando a coxinha eu não vou mais deixar você pegar neles! Ela sobe as escadas em seguida, em direção ao banheiro, pisando com força os degraus querendo que sejam coxinhas pra ela assassinar. Vai tomar banho?, a outra pergunta. Shhhmrahmrmhum, ela resmunga lá do alto. Faltando um passo pra perder a mulher de vista, ela se vira e a encara. A outra: posso? Ela: pode o quê? A outra: passar sabonete na tua xoxota? Ela: pode. A outra: e no teu peito? E ela, exalando prosecco, içando a mulher escada acima: pode também.




olá, sabrina!
sexo, gordura & rock’n'rolla… muito excitante reve-la em tão boa forma.
grande beijo!
ei meu querido
garotas e coxinhas são um fetiche, nao é mesmo?
que bom que voce veio.
beijo grande!
Não imaginei que pudesse ter levado a coxinha tão a sério.
Sigo preferindo as femininas, mas gosto com catupiry também… mesmo sem entender tanto uma como a outra…ssrrsrs
Bjo!
coxinha é paixao antiga, querido.
beijo!